Querer é poder, sim. Quando dizemos que não é, estamos enganados. Quando queremos muito algo, mas achamos que não é “possível”, principalmente porque dizem que é proibido ou errado, não é porque não podemos fazê-lo acontecer, e sim porque aprendemos a ter bom senso. Aprendemos a ter noção do perigo e a fazer o que dizem ser certo. Então, não diga que querer não é poder. Basta ter muita força de vontade, querer muito, ir lá e fazer. Se quer, simplesmente, faça. Não espere acontecer, pois os fatos não se desenrolam sós. (eclipseoculto)

Posted 28 January 2012, 4 months ago | 18 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)

Pare de brigar com as pessoas que você ama e que se importam com você. Em algum momento, elas podem partir, e você irá ficar se lamentando pelo tempo que perdeu com coisas estúpidas e desnecessárias. (eclipseoculto)

Posted 28 January 2012, 4 months ago | 40 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)
E esta saudade?
Saudade que invade,
Que não cabe.
Saudade que insiste em ficar,
Que se recusa a voltar.
Saudade que permanece,
Que não me esquece…
E eu não te esqueço.
Posted 28 January 2012, 4 months ago | 5 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)

“Com certeza” não é “concerteza”, “legal” não é “legau”, “ansioso” não é “ancioso ”; “eu vou ver as pessoas” não é “eu vou, ver as pessoas” ou “eu vou ver, as pessoas”: não se separa sujeito do verbo, muito menos seu complemento, seja direito ou indireto; “exceção” não é ‘excessão”; mas é sinônimo de porém, e mais é relacionado à quantidade; eu prefiro isso a outra coisa, e não isso do que outra coisa. Há algum problema em escrever corretamente ou é o gosto pelo errado que faz algumas pessoas escreverem dessa maneira? Não assassinem a Língua Portuguesa, caso contrário, daqui a uns tempos, ela poderá estar em extinção assim como nós poderemos estar, se é que me entendem. (eclipseoculto)

Posted 28 January 2012, 4 months ago | 13 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)

Ei, você aí que está sofrendo, não importa pelo quê, você aí que se corta ou que já se cortou: seja forte.

Você é quem faz sua vida, você é quem decide como ela será, como é. Não deixe a opinião dos outros te abalar, não deixe que brinquem com seus sentimentos, com sua essência. Por que está assim? Deveria estar assim? Já parou para pensar? Está machucando seu corpo? Mas por quê? Acho que quando as coisas estiverem melhores, não irá querer ter em sua pele marcas que deixem más lembranças. Não se acomode. Se algo não te faz feliz, seja uma pessoa, seja seu físico, seja seu modo de tratar as pessoas, mude! Ficar parado aí se lamentando, chorando, não vai fazer com que as coisas passem para a melhor. Lembre-se: você faz a sua história. Faça o que tem vontade, faça o que te faz feliz. Só não esqueça que desse jeito está deixando o tempo passar e sua felicidade escapar..e o tempo não volta. (eclipseoculto)

Posted 28 January 2012, 4 months ago | 7 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)
E mesmo que nada funcione,
Eu estarei de pé, de queixo erguido.
Pitty  (via cartasrasgadas)
Posted 25 January 2012, 4 months ago | 746 notes | reblog this post
(originally d-e-s-c-u-i-d-o-s / via cartasrasgadas)

Há pessoas que, em um dia, quase te jogam em um abismo; e, no outro, te dão um abraço. Há pessoas que possuem quase um milhão de caras, e não apenas duas. Há pessoas que, além de humilharem outras, pisam e cospem. Há pessoas que julgam e caluniam. Há pessoas que sentem prazer em magoar. Há pessoas más por natureza. Há pessoas que, por onde passam, deixam sofrimento. Há pessoas dos piores tipos. Há pessoas que, simplesmente, não merecem e não têm o meu respeito. (eclipseoculto)

Posted 25 January 2012, 4 months ago | 9 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)

Tá doendo em mim, não em você, então cala a boca.

Posted 25 January 2012, 4 months ago | 3,912 notes | reblog this post
(originally vouateofim / via oamormatadevagar)

” - A vida tem destas coisas. Penso que estou por cima e, em um segundo, derrubam-me. O que fica pior quando quem derruba é alguém próximo a mim. O mundo não é cruel, os que nele vivem são.  

- Sem generalização, por favor - disse quem se sentiu injuriado.

- O mundo é cruel, os que nele vivem são, todavia não todos. Melhorou? Mais aguém sentiu-se ofendido? ‘Se a carapuça servir, vista-a!’. Oh, lembrei-me: outro mal é a hipocrisia. Ah, a Dona Hipocrisia. Substantivo abstrato mais presente que o próprio amor. Não obstante, quem disse que a querida Dona citada não pode estar presente nesse belo sentimento cujo nome é dito sem ao menos ser sentido?

- Sem generalização, por favor - disse outrem o qual se sentiu insultado. 

- Posso voltar às minhas opiniões ou terei que parar a cada vez que um cidadão sentir-se ultrajado? - disse - E, coincidentemente, os que estão interferindo são aqueles que mais fazem por onde de eu estar dizendo isso.

Silêncio. 100 pessoas na sala. Todos calaram-se.

- Creio eu que o melhor será considerar terminado este ‘discurso’, visto que cada pessoa que aqui se encontra ou está à procura de um consolo para um dos diversos males existentes que foi-lhe cometido, ou está à procura de ajuda para superar um dos males que já causou. Sem mais nem menos, todos aqui, feridos ou não, já foram culpados um dia, se não, serão. Julgamentos não deveriam ser feitos. Mas são. Pessoas são fracas, sentimentos, muito pelo contrário. Contraditório, não? É impossível reparar um erro realizado, mas é possível cultivar o bem a fim de deixá-lo acima de tudo que não é bom. Falem menos, observem mais, ajam mais. (eclipseoculto)

Posted 1 January 2012, 5 months ago | 10 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)

Tudo o que ela sentia era um vazio. Na verdade, ela não sentia. Se sentisse, seria nada. Passava as manhãs e as noites observando o céu como se estivesse à procura de algo, qualquer coisa que lhe trouxesse à tona alguma emoção. Os dias não eram fáceis nem difíceis. Mas também não eram vividos. Escurecia e, no céu, não se conseguia observar estrelas, apenas nuvens. Nuvens essas que quase tampavam-no por inteiro. Todavia, eram elas que não tornavam-no obscuro em sua totalidade. Ao amanhecer, via-se a aurora, as cores provindas da dispersão de grande parcela da radiação solar, o que ela observava também no pôr do sol. Uma pena. Uma pena que nem mesmo esse belo fenômeno causasse-lhe mudança em sua expressão facial. Era fria. Parecia estar morta, mas em vida. Ela não desejava mais voltar a ser como foi. Ela nada mais desejava. Anteriormente, acreditava que o sofrimento deveria fazer sempre parte da sua vida, sua antiga vida, pois era só isso que acontecia a ela: sofrimento. Ah, mas por quanto sofrimento essa pobre garota já havia passado! Porém ninguém sabia por qual razão ela, um dia, sofreu tanto. Como era triste! Fixou tanto essa ideia, que adquiriu todo o sofrimento como sendo uma parte de seu corpo. Já não podia mais abandoná-lo. Mas isso era antes. Agora, ela é o próprio vazio. Pobre menina. (eclipseoculto)

Posted 31 December 2011, 5 months ago | 8 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)

“Espero que 2012 me surpreenda” O caralho, eu vou surpreende-lo, eu vou me surpreender, eu vou surpreender a todos aqueles que falaram que eu não iria conseguir.

Posted 31 December 2011, 5 months ago | 1,309 notes | reblog this post
(originally forlandivar / via amorsemdor)

Como é possível que sejamos tão diferentes e, ao mesmo tempo, tão iguais? Paradoxal, não é? Mas, não sei… assim é o amor. Talvez, nem tanto. Talvez ele seja feito apenas de antíteses. Ou então seja feito assim só para a maioria. Quer dizer…eu concordo com Camões: “Amor é fogo que arde sem se ver. É ferida que dói e não se sente. É um contentamento descontente […]”. E isso é paradoxal até demais. Dá para entender? Talvez o amor não seja feito apenas de antíteses ou paradoxos, bem como de metáforas, de eufemismos, de polissíndetos, de aliterações, de zeugmas, de elipses e de sinestesias.

Ah, amor! Por que és tão complicado e, ao mesmo tempo, tão simples?

Posted 30 December 2011, 5 months ago | 8 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)

As pessoas têm bastante dificuldade em aceitar o diferente. Algumas pessoas se dizem isentas de preconceito, mas, não é raro, a maioria delas é quem mais tem. São moldadas para seguir e viver de um certo modo. Se você não segue, falando não apenas fisicamente, mas mentalmente, o parâmetro estabelecido, está fora. Nunca haverá uma sociedade totalmente igualitária onde os indivíduos são respeitados sem mais nem menos. Para mim, a tendência é piorar, assim como vem sendo até agora. A sociedade atual deve ser uma das piores, quiçá, a mais podre que que já existiu.  Querida sociedade, você precisa de um milagre. (eclipseoculto)

Posted 30 December 2011, 5 months ago | 4 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)

Bateu à porta. Não foi atendida. Quis entrar pela chaminé. Havia uma lareira acesa logo abaixo. Tentou adentrar pela janela. Havia uma rede de proteção e fechaduras. Esperou-o sair de casa para encontrar uma brecha, mas não conseguiu. Nossa, ela não imaginou ser tão trabalhoso voltar ao lugar onde morou um dia. Lutou de todas as maneiras. Não obstante, apenas o dono da casa poderia deixá-la entrar e o mesmo estava, em seu redor, com uma atmosfera bastante pesada…se não me engano, bastante carregada de tristeza. Não recuou. Combateu, guerreou e, finalmente, conseguiu. O dono abriu, primeiramente, o coração, libertou-se dos medos e, posteriormente, abriu a porta, as janelas e apagou a lareira. E, por fim, a felicidade conseguiu voltar ao seu lar. (eclipseoculto)

Posted 29 December 2011, 5 months ago | 4 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)

Gostaria de poder conversar com o vento e, assim, pedir para ele te trazer para mim. Caso ele não pudesse, recorreria à brisa fresca e leve que bate em minha janela, e questionaria se ela poderia me levar até ti. Se estivesse ocupada, esperaria o anoitecer e procuraria a lua, desejando que tu estivesses olhando para ela: nossos olhares se encontrariam, ambos indo à mesma direção. No entanto, se nada disso fosse possível, aquietaria-me e, com olhos fechados, buscaria sentir tua presença, não em forma de matéria, mas em forma de amor.  (eclipseoculto)

Posted 27 December 2011, 5 months ago | 10 notes | reblog this post
(originally eclipseoculto / via eclipseoculto)